CASA DO PADRE MARCOS

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CASA DO PADRE MARCOS | FOTO PERTENCENTE À FUNDAC/SECULT

Por Emanuelle Arrais

Construção datada do século XVIII que funcionaria como sede da Fazenda Boa Esperança, que mais tarde se tornaria o município de Padre Marcos.

Padre Marcos de Araújo adaptou a residência em 1820 para abrigar uma escola em regime de internato, que foi uma das primeiras no ramo na Província do Piauí.

O imóvel sediou vários acontecimentos históricos por causa do Padre Marcos, que foi uma figura de grande expressão da Igreja e da vida política-cultural da região.

Atualmente encontra-se descaracterizada do seu partido original, uma vez que passou por reforma, e a antiga varanda caiu pela falta de reparos.

A casa representa a arquitetura produzida no Piauí no século XVIII, onde há o predomínio dos cheios sobre os vazios, materiais como a carnaúba, tijolos em adobe, esquadrias em madeira fichada, transformando-a em um conjunto simples e significativo da nossa cultura.

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CASA GRANDE DE SÃO DOMINGOS

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CASA GRANDE DE SÃO DOMINGOS | FOTO PERTENCENTE À FUNDAC

Por Emanuelle Arrais

A Casa Grande de São Domingos originou-se com a família Castelo Branco, mas também envolveu outras famílias, como a dos Gayoso Sousa e dos Almendra, enriquecendo as genealogias seculares destas famílias citadas acima.

O sítio tem este nome muito provavelmente por homenagem à São Domingos Gusmão fundador da Ordem dos Frades Pregadores Dominicanos e da Ordem das Monjas Dominicanas, e, santo de devoção muito difundido em Portugal e na Espanha, que esta devoção foi transferida para as suas colônias.

A respeito do tratamento dado aos escravos sabe-se que a Casa Grande São Domingos servia, muitas vezes, como lugar de refúgio para os escravos fugidos de outras fazendas em virtude dos maus tratos. Na época da abolição, houve grande comemoração por parte dos senhores e dos escravos.

A Casa Grande de São Domingos passou por um declínio por conta das transformações dos valores rurais de Lina Leonor e Jacob Almendra Freitas, após este declínio a Casa foi desmembrada entre os seus herdeiros.

Dulce de Almendra Gayoso Franco de Sá ficou com sítio como herança até a sua morte em 1961. Em dezembro de 63 e junho de 65, o casarão reviveu seus momentos de glória quando os descendentes de Jacob Almendra de Souza Gayoso e João Henrique de Souza Gayoso e Almendra comemoraram o centenário de nascimento dos dois membros da Casa Grande, que nasceram no local. Nessa comemoração,  foram colocadas placas de bronze ladeando a porta de entrada da capela, alusiva aos acontecimentos.

 

 

 

Reformas e modernizações no Centro Cultural Piauiense

No Piauí, principalmente no interior, vem ocorrendo uma série de reformas e modernizações em espaços históricos, antes sem uso devido ou em péssimas condições de conservação, visando trazer para população novas experiências culturais, como os shows trazidos pelo projeto Seis e Meia, bibliotecas, cursos, etc. Dentre eles estão o Memorial Embaixador Expedito Resende em Piripiri, Centro Cultural Coronel Benjamin José Nogueira em Corrente, a Estação Ferroviária de Brasileira e na capital o Teatro Gomes Campos.

Memorial Embaixador Expedito Resende.

O imóvel é considerado o mais antigo do município, sendo erguido em 1888 para servir de residência da família Resende. Foi palco de importantes decisões para a história política de Piripiri. Em 1996 o casarão foi herdado pelo Embaixador Expedito Resende, que tudo fez pela preservação do mesmo. Trata-se de uma edificação exemplar da morada inteira, construção típica da arquitetura civil piauiense oitocentista, com planta em forma de “L”, e ainda conserva algumas peças mobiliárias, também desse período.

A Casa de Cultura foi inaugurada em 19 de abril de 1986. O prédio de arquitetura moderna, possui museu, biblioteca, sala para exposição, cantina, banheiros e pátios. O memorial tem como finalidade preservar e expor o acervo do embaixador (1922/1981), que foi restaurado na obra.

Junto com a reforma e modernização do espaço, a Secretaria de Cultura do Estado do Piauí entregou o Teatro João Cláudio Moreno com novas salas e dois novos camarins. A partir de agora o Teatro de Piripiri entra na rota dos projetos realizados em todo o estado pela Secretaria de Cultura.

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Memorial Expedito Resende (Fonte: https://piripiridefato.com/memorial-espedito-resende-em-piripiri-ganha-teatro-e-biblioteca/)

 

Casa de Cultura de Corrente – Centro Cultural Coronel Benjamin José Nogueira.

Criado em 1992, o Centro Cultural Coronel Benjamin José Nogueira é referência quando se trata de cultura na cidade de Corrente. Foi reformado recentemente, tendo seu auditório transformado em um teatro moderno, com novas poltronas, som e iluminação. Agora a cidade entra na rota dos eventos culturais organizados pelo governo do Estado.

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Centro Cultural Coronel Benjamin José Nogueira. (Foto: Ascom Secult)

Estação Ferroviária de Brasileira.

A estação de Brasileira foi inaugurada em 1937, sendo o prédio concluído um ano antes. O prédio é de suma importância para a população local, visto que foi a partir dele que a cidade começou o seu desenvolvimento, sendo o marco zero na sua história.

O espaço foi revitalizado em uma Casa de Cultura, com uma biblioteca aberta à população, possuindo um acervo que reúne obras de autores piauienses, doados pela Academia Piauiense de Letras.

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Estação Ferroviária em 2007. (Fonte: http://estacoesferroviarias.com.br/ma-pi/brasileira.html)
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Biblioteca inaugurada com a reforma da ferroviária. (Foto: http://www.portalbrasileira.com.br/2018/03/reforma-da-estacao-ferroviaria-de.html)
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Ferroviária após a reforma. (Foto: http://www.portalbrasileira.com.br/2018/03/reforma-da-estacao-ferroviaria-de.html)

 

Escola de Teatro Gomes Campos.

Situada na capital piauiense, a Escola de Teatro Gomes Campos foi implantada no ano de 2006 e iniciou suas aulas no ano seguintes. Foi nomeada em homenagem ao professor, ator, diretor, poeta e dramaturgo José Gomes Campos.

O prédio recebeu uma reforma e modernização do seu espaço, com uma estrutura que conta com novos laboratórios de dança e teatro, laboratório de informática para edição de vídeos, biblioteca, além das melhoras nas instalações elétricas e hidráulicas. Cada ambiente da Escola faz homenagem a artistas piauienses.

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Escola de Teatro Gomes Campos. (Foto: http://www.pi.gov.br/materia/cultura/escola-de-teatro-sera-reaberta-nesta-quinta-apos-reforma-e-modernizacao-4904.html)
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Escola de Teatro Gomes Campos. (Foto: http://www.pi.gov.br/materia/cultura/escola-de-teatro-sera-reaberta-nesta-quinta-apos-reforma-e-modernizacao-4904.html)

Arqueologia Histórica

    Atualmente a arqueologia histórica é definida como o estudo arqueológico dos aspectos materiais em termos históricos, culturais e sociais concretos, dos efeitos do mercantilismo e do capitalismo que foi trazido da Europa no fim do século XV que continua em ação ainda hoje. A maior atenção dessa área refere-se às manifestações materiais do mundo, em rápida transformação posterior ao ano de 1500. Portanto, pode contribuir significativamente para uma mais completa compreensão da sociedade brasileira, reconstituindo, através dos artefatos vozes abafadas, práticas esquecidas e culturas reprimidas¹.

    A arqueologia histórica não pode basear-se exclusivamente nas personalidades e localidades famosas, podendo estudar pessoas que não pertenciam à elite, como escravos, operários e imigrantes exilados de sua prática. Nos temas que podem ser estudados se incluem os tipos de artefatos traficados pelos indígenas, as mudanças sociais acarretadas nas sociedades indígenas graças à introdução de objetos materiais europeus, os assentamentos e a cultura de africanos escravizados, a arquitetura e as plantas dos fortes europeus e das cidades colônia e afins.

  • Fontes

     A fontes utilizadas pela arqueologia histórica a fim de prover dados a uma pesquisa são: documentos escritos, arquitetura, artefatos, história oral, mapas, fotos, entre outros. Abaixo alguns exemplos das mesmas:

    Artefatos: Artefatos são itens feitos ou modificados como resultado da ação humana. Como exemplos de artefatos estudados pela arqueologia histórica existem os vasos de cerâmicas, garrafas de vidro usadas como recipiente de vinho, fragmentos de vidraças, partes de pistola etc (Fotos 1, 2 e 3).

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Foto 1 – Prato em faiança portuguesa setecentista.
Foto: Acervo do Laboratório de Arqueologia da UFPE.
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Foto 2 – Prato fragmentado seiscentista de origem portuguesa. Foto: Acervo do laboratório de Arqueologia da UFPE.
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Foto 3 – Garrafa de grés utilizada para guardar vinho.
Foto: Zanettini Arqueologia.

    Arquitetura: Edifícios, quando examinados com cuidados, produzem informações sobre quando foram construídas, quando foram feitas reformas e quais cômodos eram mais importantes.  Uma das razões que permitem que questões sociais possam ser abordadas a partir de estruturas arquitetônicas refere-se à descoberta por parte dos arqueólogos, de que elas podem ser “lidas” da mesma forma que os estratos arqueológicos do solo. Todos os arqueólogos estudam os solos nos quais se encontram artefatos a fim de obter informações sobre quando estes artefatos foram depositados e que forças naturais – vento, chuva e enchentes – atuaram após o seu depósito original. O mesmo se refere às estruturas arquitetônicas (Fotos 4, 5 e 6)

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Foto 4 – Estação Ferroviária de Teresina – Piauí.
Fonte: crcfundacpiaui.wordpress.com
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Foto 5 – Casa de Cultura de Teresina – Piauí. Antiga residência do Barão de Gurgueia.
Fonte: crcfundacpiaui.wordpress.com
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Foto 6 – Fazenda Serra Negra. Aroazes – Piauí.
Fonte: crcfundacpiaui.wordpress.com

       Documentos escritos: Em qualquer um dos casos, a arqueologia histórica pode servir para corrigir o registro escrito, um registro que, de outro modo, poderia ser considerado como correto. Por exemplo, em um documento de um senhor de escravos está escrito uma relação de 10 escravos, porém artefatos relacionados à alimentação encontrados próximo à senzala podem indicar que ali poderiam ter vivido mais de 30 escravos (Foto 7).

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Foto 7 – Registro de escravos de um senhor piauiense na Oeiras oitocentista.
Fonte: Arquivo Público do Piauí.

    Informação oral: A informação oral pode ser usada em sítios arqueológicos de duas maneiras: como complemento e suplemento à informação arqueológica e escrita como fornecedor de informação oral. É adquirida através de entrevistas estruturadas ou semiestruturadas com pessoas que tiveram informações transmitidas oralmente pelos seus antepassados (Foto 8).

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Foto 8 – A arqueóloga Susany Gomes em entrevista com Seu Manuel Docas, liderança indígena Tremembé de Almofala – CE. A entrevista foi realizada com o propósito de complementar o trabalho de conclusão de curso Canhungá Madurecê: O Mocororó como parte da tradição e identidade dos Tremembés de Almofala – CE, que através de suas falas, contam sobre suas práticas antigas e atuais, como a dança tradicional Tremembé Torém e sobre o Mocororó, bebida feita a base de caju, a qual é produzida pelos Tremembés desde o início de sua ocupação pelo litoral Leste-Oeste brasileiro.

    Informação pictórica: Em termos de arqueologia histórica, a informação pictórica pode ser dividida em três tipos: mapas; desenhos; pinturas ou fotografias. Esse tipo de informação pode prover dados, por exemplo, do início da construção de um edifício através de uma foto, divisão antiga de um território através de mapas, etc (Fotos 9, 10 e 11)

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Foto 9 – Atual Avenida Frei Serafim em construção. Fonte: crcfundacpiaui.wordpress.com
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Foto 10 – Igreja São Benedito – Teresina – Piauí. Século XX. Fonte: crcfundacpiaui.wordpress.com
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Foto 11 – Inauguração do Hospital Getúlio Vargas em Teresina – Piauí. Fonte: crcfundacpiaui.wordpress.com

 

Referências

¹ ORSER JR, Charles E. Introdução à Arqueologia Histórica. Belo Horizonte: Oficina de Livros, 1992.

Projeto #VEMPROMUSEU

WhatsApp Image 2017-05-04 at 09.49.28    O incentivo do estudo patrimonial é de extrema importância para o conhecimento social, cultural e econômico de uma cidade. No ambiente escolar, este processo visa a valorização de uma herança sociocultural, promovendo a sua valorização e expansão.

Visando isso a Secretaria Estadual da Cultura – Secult, através da Coordenação de Registro e Conservação – CRC, com o apoio do Museu do Piauí e da Instituição de Ensino UNINOVAFAPI promoveram o evento #VEMPROMUSEU, que teve como proposta a análise de uma experiência vinculada ao estudo patrimonial sobretudo na Educação Estadual de Ensino.

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O acontecimento contou com a presença de alunos das escolas estaduais Liceu Piauiense, Unidade Escolar Benjamim Batista, Barão de Gurgueia e alguns alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo da UNINOVAFAPI, no dia 05 de maio no novo Auditório do Museu do Piauí, pela manhã e tarde. Nesse evento foi apresentado alguns artigos que serão mostrados no Congresso Internacional de Artes, Patrimônio e Museologia que haverá em Parnaíba no dia 17 a 20 de maio.

Foi muito importante para esse alunos que ainda estão no Ensino Médio, ter conhecimentos sobre assuntos que ocorrem na sua cidade que muitas vezes passam despercebido, tendo uma maior preocupação e percepção cultural e levar um pouco do que aprenderem para outras pessoas em sua convivência.

Programação: 

  • Abertura com Dora Medeiros (Diretora do Museu do Piauí) e Ana Virgínia Andrade (Coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo UNINOVAFAPI).
  •  Casarão de Genu Moraes: Patrimônio da cidade de Teresina, Piauí.
  •  Fazenda Olho D’Água dos Pires.
  • O patrimônio cultural está ao alcance de todos? A democratização do acesso ao Museu do Piauí por meio da acessibilidade.
  • Análise da museografia do Museu do Piauí.
  •  Avaliação das intervenções no Theatro 4 de Setembro.
  •  Preservação do sítio histórico e paisagístico de Parnaíba.
  • A utilização do patrimônio histórico para habitação popular como solução urbana e social.
  • Análise da museografia do Museu do Piauí.
  • O abandono do Cine Rex.
  • Turismo cultural sustentável: Valores culturais do Poty Velho.
  • Salvaguarda do Tribunal de Justiça.
  • Relação entre patrimônio e identidade cultural na cidade de Oeiras.
  • Memória da casa de fazenda Canela.
  • A pichação eternizada nas telas mais valiosas de Teresina.
  • Publicidade e Poluição visual no Patrimônio Arquitetônico.
  • Preservação x Intervenção Urbana: Caso da Avenida Frei Serafim.

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Links do blog de alguns patrimônios debatidos:

Fotos de algumas Fazendas do Piauí

Local: Aroazes

Fazenda : Serra Negra

Local: Piripiri

Fazenda: Curral de Pedra

Local : Município de  Miguel Alves

Fazenda: Olho D´Água dos Azevedos

Local : José de Freitas

Fazenda : Ininga

Local: Piracuruca

Fazenda: Fazenda da Chapada

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8 de Março – Dia Internacional das Mulheres

O século XX, após o incidente na fábrica têxtil, ficou marcada pelas lutas femininas sobretudo movimentos operários em muitos Países da Europa e nos Estados Unidos, em busca de melhores condições em seus trabalhos, sobretudo nas 15 horas diárias em sua jornadas e condições alarmantes no espaço de trabalho. Desde então os movimentos feministas vem marcando a história do mundo .

O dia internacional das mulheres,  criado em 1911 após um incêndio em uma fábrica têxtil ocorrido em Nova York, gerou a morte de 130 mulheres.Decorrendo disso, a data ficou marcada pela lembrança de todas as lutas e sacrifícios em busca de igualdade e direitos. Diante de todas os obstáculos no caminho feminino, muitas marcaram a nossa história e dentre elas Achillina Bo, mais conhecida como Lina Bo Bardi.

Lina Bo Bardi, era uma arquiteta modernista ítalo-brasileira, designer, cenógrafa, editora e ilustradora. Formada em 1940,  na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Roma, tendo como sua principal obra : MASP- Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand  um dos principais cartões postais da capital paulista.

Outras obras também ficaram marcadas como por exemplo : A  Igreja do Espírito Santo do Cerrado  em Uberlândia-Minas Gerais em 1976; Museu de Arte Moderna da Bahia;Teatro Oficina em São Paulo em 1990 e em especial sua primeira obra, a  Casa de vidro em São Paulo.

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Casa de vidro

“…acho todas as mulheres inteligentes, talentosas e duras. Acredito na habilidade feminina; e no poder e na independência femininas. Antes eu não gostava que me chamassem de arquiteta mulher. O importante é que sou arquiteta, o fato de ser mulher é uma informação secundária. Mas talvez isso tenha ajudado outras mulheres, inspirando-as a escolher uma profissão e fazer algo a respeito, especialmente em um campo considerado não apto para mulheres.” (Hadid, Zaha.TIME, novembro de 2013)

A SECULT deseja a todas um Feliz Dia Internacional da Mulher!

ACABOU A ESPERA!

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Foi confirmada a reinauguração do Museu do Piauí – Casa de Odilon Nunes, para o dia 02 de março (quinta-feira) ás 10:30.E contará com a presença do Governador Welligton Dias, o Secretário de Estado de Cultura, Deputado Fabio Novo e Coordenadora do Museu do Piauí, Dora Medeiros.

A responsabilidade técnica pela reforma , está nas mãos da Coordenação de Registo e Conservação – Secult, no comando da Coordenadora e Arquiteta Patrícia Mendes e com a parceria do Arquiteto Paulo Vasconcelos responsável pela Museografia.

AGUARDAMOS SUA IMPORTANTE PRESENÇA!

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